As consultas médicas online são seguras? Encriptação, servidores na UE e os seus direitos
O que discute com uma clínica são dados de saúde. Eis o que uma plataforma de consultas segura tem de fazer — e as perguntas que desmascaram uma que não faz.
O que significa ser seguro
As chamadas devem ser encriptadas em trânsito, correr em servidores numa jurisdição com legislação forte de privacidade médica e ser gravadas apenas com o seu consentimento explícito — idealmente, não ser gravadas de todo. As consultas GetClinic correm nos nossos próprios servidores na UE, sem nenhum fornecedor de vídeo externo pelo meio.
A entrada deve ser controlada: os participantes convidados verificam o seu e-mail ou telefone, esperam numa sala de espera e são admitidos pela clínica. Ninguém entra numa consulta adivinhando um link.
Os seus direitos ao abrigo do RGPD
Na UE, os dados de saúde têm a classe de proteção mais elevada. Tem o direito de saber o que é guardado, onde e durante quanto tempo — e o direito a que seja apagado. Uma clínica que opere legalmente responde a estas perguntas num só e-mail.
As consultas com clínicas fora da UE continuam abrangidas pelo RGPD quando a plataforma ou o paciente estão na UE. É a plataforma, e não o paciente, que carrega o ónus da conformidade.
Três perguntas que testam qualquer plataforma
Onde correm os fluxos de vídeo — nos vossos próprios servidores ou nos de terceiros? Há alguma gravação e quem pode consentir nela? Pode uma pessoa não convidada entrar apenas com o link? Uma resposta de confiança às três é curta, específica e aborrecida.